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Em busca do sono perfeito: causas e consequências dos distúrbios do sono

Uma boa noite de sono é fundamental para nossa saúde e até mesmo para a longevidade, mas 40% da população mundial sofre com algum distúrbio do sono. Conheça as principais causas e como identificá-las.

Dormir é uma atividade que consome um terço da vida humana. Pelo menos para quem dorme o suficiente (e também com qualidade). Uma boa noite de sono é fundamental para nossa saúde e até mesmo para a longevidade.

De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), 40% da população mundial sofre com algum distúrbio do sono e, dentre os mais comuns, encontramos:

1. insônia;
2. ronco (ou apneia de obstrução do sono, que acomete 30% dos adultos brasileiros);
3. Bruxismo (ranger dos dentes durante o sono); o sonambulismo (sentar-se na cama, falar ou caminhar pela casa enquanto dorme); e
4. Síndrome das pernas inquietas (agitação que pode, muitas vezes, inibir a chegada do sono, causando insônia).

“Qualidade de vida ameaçada”

A pessoa que apresenta uma ou mais desordens do tipo, além de ter a saúde comprometida, também acaba, sem querer, afetando o sono de sua parceira ou parceiro.

Uma investigação realizada pela British Lung Foundation declarou que, de cada três indivíduos, pelo menos um perdia até 23 dias de sono, ao longo de um ano, em razão do ronco do(a) companheiro(a). A pesquisa aponta que esse problema afeta quase 40% dos adultos.

Nos Estados Unidos, o instituto de pesquisa SurveyMonkey Audience identificou que pelos 14% dos cidadãos norte-americanos consultados (numa amostragem superior a mil) revelaram que dormem em camas separadas. E o ronco foi apontado como a principal razão (45,6%).

Para identificar corretamente as causas e trata-las, melhorando a qualidade de vida individual ou do casal, o exame de polissonografia é uma ferramenta essencial.

Para que o exame seja realizado, a pessoa é preparada para dormir com sensores afixados no corpo, sem limitação dos movimentos ao longo do sono.

Entre os recursos e instrumentos empregados, destacam-se: o eletroencefalograma (registra as ondas cerebrais e as fases do sono); eletrocardiograma (verifica alterações cardíacas); eletro-oculograma (detecta a fase REM, em que ocorrem os sonhos); oximetria de pulso (mede a oxigenação do sangue); eletro-miograma de queixo e dos membros inferiores (capta a movimentação noturna de pernas e outras alterações); sensores para registro da intensidade do ronco; entre outros.

“Agora, onde posso realizar?”

De acordo com o Dr. Flávio H. Barbosa, do Instituto do Sono em Brasília, o exame de polissonografia em Brasília (http://www.polissonografiabrasilia.com/) deve ser realizado por médicos especialistas no diagnóstico e tratamento de insônia, apneia do sono, síndrome das pernas inquietas, sonambulismo, ronco e narcolepsia.

Um exame tão minucioso e preciso quanto à polissonografia exige infraestrutura e equipamentos modernos que garantam uma sondagem completa, com alta definição para um diagnóstico correto.

Fonte: Dino