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Carboxiterapia: o segredo no combate às estrias

O tratamento contribui e muito com a melhora do aspecto da pele

Muitas mulheres convivem ao longo da vida com as estrias. Esta afecção gera uma aparência desagradável que influi na autoestima feminina. Tratar este mal com eficácia e segurança é o principal objetivo dos especialistas.

As estrias são rompimentos das fibras elásticas que sustentam a camada intermediária da pele, formada por colágeno e elastina. Normalmente, esta ruptura ocorre em decorrência de um estiramento que vai além da elasticidade da pele. Este acontecimento é mais comum no estirão puberal, gravidez e ganho de peso em excesso em regiões como as mamas, coxas e nádegas.

Quando as estrias estão avermelhadas, é sinal de que ainda estão em processo inflamatório e este é o momento mais apropriado para iniciar um tratamento, com garantia de bons resultados. Com o passar do tempo, as estrias se tornam esbranquiçadas e o resultado estará atrelado ao nível da afecção.

Hidratar a pele é um meio eficaz de prevenir e amenizar as estrias, mas quando a patologia já está instaurada, é preciso combatê-la com tratamentos estéticos, como a carboxiterapia.

A carboxiterapia é um método invasivo que através de uma pequena agulha realiza a infusão subcutânea do gás carbônico (CO²). Ao injetar o gás, o organismo interpreta a ausência do oxigênio (O²) levando a um aumento da concentração de oxigênio tecidual, estimulando o metabolismo das células e promovendo a melhora da circulação sanguínea. A entrada do gás provoca um processo inflamatório local, que estimula a produção de colágeno e elastina, contribuindo para a melhora do aspecto da pele.

A consultora científica da HTM, Patrícia Lopez, indica o equipamento Pluria como método de tratamento. “Este equipamento foi desenvolvido com a mais alta tecnologia digital para a carboxiterapia. O Pluria oferece aquecimento preciso da temperatura do gás carbônico (CO²), assim como o constante fluxo e volume do gás, o que proporciona maior conforto e efetividade durante a terapia”.

São indicadas em média 10 sessões com intervalos de 72 horas, dependendo da região tratada, sempre respeitando a indicação profissional.

Fonte: Dino