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Colocação de próteses de silicone ajuda mulheres a recuperarem sua autoestima

Efeitos psicológicos da cirurgia podem superar o resultado estético, sugere especialista

Segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps), a cirurgia de silicone é a segunda mais realizada em todo o Brasil, perdendo apenas para a lipoaspiração. O implante de silicone é procurado por mulheres que não se sentem satisfeitas com seus seios o que afeta principalmente suas autoestimas.

Oscilações de peso, gravidez e envelhecimento são as principais causas que levam o tecido dos seios a ficarem flácidos. Além de fatores genéticos como seios muito pequenos e assimetria que conferem aparência desarmoniosa. Também há os casos de doenças como o câncer onde a mulher tem as mamas retiradas devido a patologia. Qualquer uma dessas características são consideradas esteticamente fora do desejado e fazem as mulheres se sentirem menos atraentes.

A preocupação com a aparência é evidente entre as mulheres brasileiras, que fazem parte de uma das populações mais vaidosas do mundo. Os seios estão culturalmente relacionados a feminilidade e quando esta região não está de acordo com o que a paciente considera satisfatório acaba atingindo sua autoestima.

Para a Dra. Delane Cavalcante, cirurgiã plástica especialista no procedimento no Rio de Janeiro, o implante de silicone tem um impacto emocional maior nas mulheres se comparado a outros procedimentos de natureza estética. “Nesses 17 anos de carreira foi a cirurgia em que observei a maior mudança na autoestima da mulher, são muitas as histórias de mulheres que criaram coragem para serem mais felizes”, comenta a doutora.

Assimetria e tamanho desproporcional são as principais reclamações das mulheres que buscam pelo implante. O procedimento consiste na inclusão de próteses que podem ser revestidas por poliuretano, que são uma boa opção quando colocadas sub glandulares ou podem ser texturizadas para a colocação sub muscular. Os planos sub glandulares ou sub musculares irão depender da quantidade de tecido presente na paciente para cobrir o implante de silicone. As incisões pelas quais serão inseridas as próteses são realizadas por via peri areolar, infra mamária ou axilar. O tempo de internação varia de 12 a 24 horas contando o tempo cirúrgico e os resultados definitivos poderão ser conferidos mais ou menos 6 meses após o procedimento.

O implante de silicone pode ser associado a outros procedimentos como mastopexia (procedimento para elevação das mamas e tratamento da flacidez), reconstrução da mama, entre outros.

O procedimento se tornou mais acessível nos últimos anos, o que fez com a realização da cirurgia aumentasse exponencialmente, cerca de 20% ao ano. A Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps) junto a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) ranqueou os países que mais realizam cirurgias plásticas e este estudo revelou que o Brasil é o segundo país com maior número de procedimentos feitos do mundo. A cirurgia plástica líder no país é a !link lipoaspiração https://www.dradelanecavalcante.com.br/lipoaspiracao e em segundo lugar ficam os implantes de silicone. Somente em 2015, foram 158.950 cirurgias realizadas.

Após a realização do implante de silicone a expectativa é que a autoestima das mulheres volte a crescer pois elas passam a se sentirem mais seguras em relação ao corpo. “Nas mulheres que fizeram a colocação dos implantes mamários foi incrível perceber a importância que possui um par de próteses”, completa a Dra. Delane.

Mais informações sobre o procedimento podem ser encontradas no site da Dra. Delane Cavalcante.
!link https://www.dradelanecavalcante.com.br

Fonte: Dino