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Efeitos colaterais no tratamento de câncer devem ser cuidados, alertam médicos

Pacientes não precisam aceitar e conviver mais com danos como queda
de cabelo e feridas na pele

São Paulo, outubro de 2017 – Durante um tratamento oncológico, pacientes passam por uma série de mudanças como resultado dos efeitos colaterais provocados pelo uso consistente de fortes medicações. Cada método terapêutico tem um tipo de efeito, que pode se manifestar de diversas maneiras. O mais conhecido dos danos é a perda de cabelos, também denominada alopecia.

Em muitas situações, pacientes são obrigados a ter seu tratamento suspenso até que alguns danos sejam revertidos. É o caso do aparecimento de feridas na pele, especialmente nas regiões das mãos e pés ou nas áreas em que os pacientes recebem a radioterapia. Estudos internacionais mostram que a interrupção de uma radioterapia, por exemplo, por mais de dois dias, pode prejudicar o plano de tratamento e estimular o crescimento das células cancerígenas no organismo.

A boa notícia é que a maioria das reações, tão temidas pelos pacientes, já pode ser tratada e em muitos casos, prevenidas. “Para todos os efeitos colaterais, existe alguma medida paliativa, mais ou menos efetiva, dependendo da situação”, explica o Dr. Marcos Santos, chefe do serviço de Oncologia do Hospital Universitário de Brasília. Ele reforça a importância do relato do paciente para que a solução mais adequada seja encontrada rapidamente. “A conversa com o médico é fundamental para que o paciente supere essa difícil fase da sua vida, se sinta acolhido e tenha informação a respeito do que é esperado e do que não é esperado”, completa. Com a orientação correta, os métodos terapêuticos deixam de lado o rótulo de vilões e passam a protagonizar a história como aliados dos pacientes na luta contra a doença.

A perda de cabelo tem sido apontada como o pior efeito negativo pela maioria dos pacientes oncológicos. É o que conta Maria Paula Bandeira, 31 anos, advogada e influenciadora digital – dona do perfil do Instagram Lenço do Dia (@lencododia), com mais de 18 mil seguidores – que faz tratamento permanente contra um câncer de mama metastático “Perder os cabelos foi o pior para mim. Todos os outros efeitos, como a fadiga e o enjoo, passam em alguns dias, mas a ‘carequice’ é aquilo que nos lembra o tempo inteiro que enfrentamos um tratamento difícil de uma doença ainda tão estigmatizada”, revela.

Hoje já existem algumas formas de contornar a queda de cabelo que vão além do uso de perucas. Alguns pacientes têm usado a touca gelada – ou hipotérmica – um dispositivo capaz de resfriar o couro cabeludo durante a infusão do medicamento. A queda na temperatura ocasionada pelo aparelho diminui a concentração dos fármacos nas raízes, o que chega a prevenir a queda em parte dos casos. Mas não é só a “carequice” que gera bastante incômodo aos pacientes.

No caso dos enjoos e vômitos, houve um avanço muito grande no desenvolvimento de drogas eficazes para tratar os sintomas. O acompanhamento de um nutricionista também contribui para o tratamento das reações adversas por meio de uma dieta mais adequada.

O medo da esterilidade pode ficar igualmente mais distante para quem está se tratando contra o câncer. Embora os tratamentos aumentem o risco de deixar o paciente infértil, atualmente há uma série de técnicas que preservam a fertilidade, como o congelamento de esperma, óvulos ou embriões.

Já com as sérias feridas na pele, que chegam a atingir cerca de 60% dos pacientes em quimioterapia e até 95% em radioterapia, não é diferente. Para isso, há uma linha de produtos, desenvolvidas pela startup brasileira Wecare Skin, que são poderosos contra os problemas de pele. A linha é composta por quatro itens, que promovem uma melhoria geral na qualidade de vida dos pacientes, são livres de corantes, parabenos ou outros componentes potencialmente causadores de câncer e também não têm fragrância, já que quem passa por tratamento fica mais sensível a odores.

De acordo com o Dr. Ricardo Caponero, coordenador do Centro Avançado de Terapia de Suporte e Medicina Integrativa do Centro de Oncologia do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, os novos tratamentos contra o câncer permitem um maior controle da doença e, eventualmente, até a cura, em alguns casos. “Se um paciente (ou família) deseja obter a maior sobrevida possível, deve buscar pelo controle de sintomas ou cuidados paliativos desde o início do tratamento”, diz ele, que reforça que “os cuidados de suporte fazem exatamente isso, dão suporte para que a terapia antineoplásica possa ser realizada em sua plenitude e máxima eficiência”. Ele ainda nos deixa uma pergunta como reflexão: “Como poderíamos fazer a quimioterapia sem os mais potentes medicamentos contra enjoo”? Essa questão confirma a importância de manter a equipe médica informada sobre qualquer efeito observado durante o tratamento e nos incentiva a lançar de mão de todos os recursos disponíveis para melhoria da qualidade de vida do paciente.

Sobre a Wecare

A Wecare foi criada em 2016 para auxiliar pacientes oncológicos a suportar os efeitos colaterais da doença e do tratamento na pele. É a primeira empresa do Brasil a desenvolver uma linha de produtos dermatológicos inovadores para pessoas que lutam contra o câncer. Da formulação do produto à sua entrega, a empresa se destaca pela humanização e cuidado. Atualmente, disponibiliza ao mercado quatro tipos de produtos exclusivos, entre espumas de banho e hidratantes, formulados para minimizar o desconforto causado pelo câncer e tratamentos para combater a doença.

Para saber mais sobre a Wecare, acesse www.wecareskin.com.

Informações para a imprensa:

Maria Izabel da Silva
Tel: (11) 97042-4893/ (11) 97436-0151
E-mail: maria.izabel@braincomunicacao.com

Website: https://www.wecareskin.com/

Fonte: Dino