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A pele pode ganhar anos de rejuvenescimento com procedimentos minimamente invasivos

Os procedimentos minimamente invasivos com os fios corrigem a flacidez leve ou moderada da pele e são indicados para as regiões da face, braços, coxas e nádegas. A técnica apresenta ótimos resultados, além do material ser bem aceito quando está em contato com a pele. Segundo a Dra. Edith Horibe, os fios são absorvidos pelo organismo, possuem ácido hialurônico, estimulam a produção de colágeno e o pós-operatório é menos desconfortável.

No verão, a maioria das mulheres querem emagrecer para ficar bem no biquíni, mas depois dos ajustes com a balança, surge um outro problema: a flacidez.

A flacidez de pele é um distúrbio estético que evidencia o déficit na síntese de colágeno e elastina em pessoas com idade superior a 35 anos. O colágeno representa cerca de 25% de toda a proteína presente no corpo e tem como função dar sustentação às células, preservando-as unidas e firmes. O excesso de sol (fotoenvelhecimento), alimentação inadequada, efeito sanfona, falta de exercícios físicos, gravidez e questões hormonais são os principais causadores da flacidez cutânea.

Além da alimentação, que deve-se priorizar as frutas e verduras de cores laranja e vermelha, como cenoura, goiaba, acerola e laranja, pois são ricas em vitamina C e melhoram a pele, os exercícios físicos são fundamentais, como aulas de musculação e ginástica localizada. A dança é outra alternativa com ritmos e estilos diferentes, para se obter melhores resultados.

Por isso, se a pessoa não cultivou hábitos saudáveis, o quadro de flacidez tende a se agravar com o passar do tempo. Nesse caso, é preciso recorrer aos procedimentos minimamente invasivos como os fios que dão sustentação à pele.

“Quando ocorre da pele estar flácida e o músculo tonificado, a aparência não é muito evidente, mas o processo contrário dá para se notar bem a pele frouxa”, afirma a Dra. Edith Horibe, cirurgiã plástica, PhD pela Faculdade de Medicina da USP, expoente em Cosmiatria e Envelhecimento bem-sucedido.

Os braços flácidos, o do tchauzinho, são mais visíveis na época do verão em que ficam à mostra. De acordo com a médica, a parte superior do braço, entre a axila e o cotovelo, quando possui acúmulo de gordura faz com que essa região balance ao menor movimento pela falta natural de tonicidade e pela propensão de acúmulo de gordura.

A Dra. Edith Horibe explica que algumas regiões do corpo, após o emagrecimento, podem afinar, mas a flacidez continua, como a parte interna das coxas e dos braços, devido essas áreas terem menos músculos e acumularem mais gordura, dificultando o enrijecimento por meio de exercícios.

Uma opção é o Happy Lift, à base de Caprolactone. Segundo a médica, trata-se de um fio absorvido pelo organismo, possui ácido hialurônico e estimula a produção de colágeno. “A grande vantagem deste fio é que ele não é sentido por palpação por ser absorvido e o pós-operatório é menos desconfortável”, afirma.

Outro fio de sustentação absorvível recomendado para a face é o PDO (Polidioxanona), uma técnica inovadora para o aumento da vitalidade das células. É indicado em casos de ptose (queda) da pele do terço médio da face, da linha mandibular, do supercilio, da pele do pescoço e perda do volume malar.

É um verdadeiro Rejuvenescimento Facial sem cirurgia, pois é um Lifting facial não cirúrgico com fio de PDO, que estimula a produção natural de colágeno, elastina e ácido hialurônico, tensionando a pele. Existem diversos tipos de aplicações e não tem contra indicação e nem efeito colateral. O fio de Polidioxanona é uma fibra sintética biodegradável e totalmente absorvida pelo organismo humano.

Este fio tem o seu efeito mais natural, mais duradouro, devolvendo a saúde da pele e inibindo os efeitos indesejáveis do envelhecimento.

Outro fio é o Silhouette indicado para levantar a face, ideal nos tratamentos do “bigode chinês”, da “papada do pescoço” e para elevar a sobrancelha é ainda mais surpreendente. Os fios contêm 100% de ácido polilático e ácido glicólico.

Não tem cortes ou incisões, com anestesia local. O Fio Silhouette é indicado para pacientes de 30 a 55 anos, que tenham qualidade de pele, ou seja, pouca flacidez e não muito fina.

“Com os fios, a pele fica enrijecida e as pessoas rejuvenescem muito. O que dá o efeito de lifiting não é propriamente o fio, mas a fibrose que formada sobre o músculo tratado é a grande responsável pela sustentação da pele. Com o passar do tempo, pode-se colocar outro fio ou tracionar o já aplicado para realocar a pele”, diz a especialista.

Para se livrar das rugas e das marcas de expressão as pessoas com mais idade optam por esse fio, mas as mais jovens podem recorrer a ele como uma alternativa a técnicas minimamente invasivas.

O fio Silhouette também é indicado para suspender o bumbum. Sucesso nos Estados Unidos e na Europa, onde a técnica é conhecida como “Brazilian Butt”. Pode ser usado também nos braços, abdômen e nos joelhos.

A médica explica que qualquer um desses fios é biologicamente compatível, eles não dão rejeição e não migram. A boa notícia é que as cirurgias com fios podem ser complementadas com o lifting, cirurgia do rejuvenescimento, para paralisia facial e, principalmente, pacientes idosos, cardiopatas ou diabéticos.

Para o Dr. Kose Horibe, Cirurgião Plástico, as técnicas minimamente invasivas são uma excelente alternativa para os que procuram a beleza, constitui um grande avanço com inúmeros benefícios oferecidos aos pacientes, são menos agressivos, com ganho em recuperação e rápido retorno à vida normal.

O assunto vem ganhando destaque na Cirurgia Plástica, tanto que a Dra. Edith Horibe levará a técnica para o 54º Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica com a palestra “Ciência e Arte dos Fios na Cosmiatria”, para propagar o procedimento que diminui a flacidez e o aspecto envelhecido da pele.

Website: http://www.clinicahoribe.com.br

Fonte: Dino