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Entenda por que sua dieta vai falhar em 3, 2, 1 – E o que precisa fazer para evitar

Muitas pessoas, simplesmente não conseguem emagrecer, e pior, elas acabam tendo comportamentos prejudiciais à saúde, como dietas extremas, o que as deixam vulneráveis até a transtornos mais graves, como compulsão alimentar, sem nunca conseguirem eliminar o excesso de peso de forma definitiva. Ficam exaustas e convictas de que jamais conseguirão, repetindo para si mesmas: “Não tem jeito, já tentei de tudo e nada funcionou!”

Muitas pessoas, simplesmente não conseguem emagrecer, e pior, elas acabam tendo comportamentos prejudiciais à saúde, como dietas extremas, o que as deixam vulneráveis até a transtornos mais graves, como compulsão alimentar , sem nunca conseguirem eliminar o excesso de peso de forma definitiva. Ficam exaustas e convictas de que jamais conseguirão, repetindo para si mesmas: “Não tem jeito, já tentei de tudo e nada funcionou!”, e em muitos casos, desmotivadas e sem nenhuma autoconfiança, se entregam ao excesso de peso, à saúde limitada e abrem mão do desejo de serem magras.

Agora a ciência traz uma perspectiva neurocientífica para o controle de peso.

Bia Sant’Anna , Neuropsicóloga, Mestre em Ciências e Coach de Emagrecimento Consciente, traz a psicologia e a neurociência à mesa para nos ajudar a entender melhor os mecanismos por trás da dependência alimentar e ferramentas para nos libertar disso.

Sua própria história já serve como inspiração. Durante muitos anos, Bia estudou e desenvolveu um método para reprogramar sua mente, que a ajudou a superar a luta do engorda-emagrece ao longo da vida. Ela não apenas saiu do manequim 46 para o 42, como também criou o Programa Desvendando a Matrix do Emagrecimento para ajudar mulheres a vencerem o vício por comida e se livrarem do efeito sanfona.

Entendendo a Dependência alimentar

Existem três processos neurológicos elementares envolvidos no processo: recompensa alimentar, controle inibitório e imediatismo. A recompensa alimentar provavelmente é óbvia – os centros de recompensa em nossos cérebros nos dão uma dose feliz de dopamina quando cedemos aos nossos desejos por comida. Em outras palavras, nós comemos mesmo quando não precisamos porque é simplesmente gostoso, e isso sozinho pode levar a comer demais. Neste sentido, comer pode ser como qualquer outro comportamento de vício, impulsionado pela recompensa imediata positiva.

O próximo fator, o controle inibitório, é essencialmente a base neurológica da “força de vontade”. Bia Sant’Anna explica:

Podemos enxergar nossa escolha de alimentos como uma luta entre os centros de recompensa cerebrais e o córtex pré-frontal tentando exibir controle. O problema é que nossa capacidade de manter o autocontrole é limitada. Por exemplo, quando já gastamos energia em outras áreas de autocontrole, “nos recompensamos” com um pouco de excesso. Sem contar outras variáveis que diminuem o controle inibitório, como cansaço e sono.

É por isso que um longo dia de alimentação saudável pode ser desfeito por um único momento de fraqueza quando estamos estressados, cansados ou gastando energia com outros atos de autocontrole.

Por último, há o fator imediatismo que é a tendência humana de desvalorizar recompensas de longo prazo. A maioria de nós prefere uma recompensa menor hoje do que uma muito maior se demorar para receber. Nosso cérebro não gosta de recompensas de longo prazo, o que resulta numa tomada de decisão impulsiva.

Mente Magra vs Mente Gorda

Para entender melhor essa do imediatismo no emagrecimento, pesquisadores do Instituto Max Planck em Leipzig mostraram diferenças entre mulheres magras e com excesso de peso.
A pesquisa com homens e mulheres normais e com excesso de peso, que participaram de um jogo de recompensas. Mulheres com excesso de peso escolhiam a opção que prometia pequenas recompensas de curto prazo, mas levavam a perdas de longo prazo. Somente as mulheres magras levaram em consideração as consequências de suas ações a longo prazo.

Negação e racionalização

Queremos comer o gostoso cheesecake. Mas nossa resistência é finita e pode ser comprometida por muitos fatores. Além disso, podemos lidar com as consequências mais tarde. Por outro lado, o bolo vai realmente nos fazer sentir bem agora. Então negamos as consequências de comer o cheesecake e racionalizamos nossa decisão: ainda não comemos isso hoje; podemos pagar um pedaço pequeno; vamos fazer algum exercício extra amanhã.

Em geral, os participantes com sobrepeso apresentaram maior volume de substância cinzenta em áreas associadas ao processamento de recompensas. Do mesmo modo, o hipotálamo, região associada ao controle da fome e da saciedade, era muito maior em homens e mulheres com excesso de peso.

Concluindo, a falta de controle dos impulsos é uma indicação adicional de que a obesidade deve ser classificada como um comportamento de vício. Isso sugere que as diferenças de substância cinzenta não estão diretamente relacionadas com o excesso de peso em si, mas ao próprio comportamento alimentar.

Se o comportamento alimentar alterado e a falta de controle de impulso causam mudanças estruturais no cérebro, então pode haver uma ressignificação da relação com o alimento, assim como no tratamento de dependência química.

Esta abordagem que Bia Sant’Anna aplica em seu Programa Matrix do Emagrecimento , ao trabalhar o ato de comer como consequência de fatores neurocomportamentais, focando os esforços no tratamento da raiz do problema que é a mente. Por isso, o método permite identificar os padrões de comportamento e reprogramar a mente para obter pensamentos, comportamentos e hábitos de uma pessoa magra. Desta forma o tratamento do sobrepeso e da obesidade pode finalmente ser duradouro, bem-sucedido e saudável.

Website: http://biasantanna.com.br/

Fonte: Dino