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As mulheres brasileiras adotaram a estética íntima como padrão de beleza

Cerca de 26 mil brasileiras fizeram a cirurgia para corrigir suas “imperfeições” vaginais, segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica. A queixa estética mais comum que chega aos profissionais é com relação ao tamanho e assimetria dos pequenos e grandes lábios e o acúmulo de gordura na região pubiana. Esses incômodos já podem ser resolvidos sem cirurgia, só com tratamentos estéticos com a radiofrequência, que não são invasivos.

É fato. A idade passa para todos e o colágeno vai dando adeus ao corpo. Hoje, a mulher quer se sentir e ficar mais jovem, desfilar de biquíni e deixar a vergonha de lado. Jovem e sexualmente ativa, inclusive na Terceira Idade, as mulheres sabem que todo o corpo envelhece, até mesmo a região vaginal.

Uma das queixas estéticas mais comum que chega aos consultórios é com relação ao tamanho e assimetria dos pequenos e grandes lábios, além do acúmulo de gordura na região pubiana. Quando a motivação é funcional, os relatos giram em torno do incômodo no uso de roupas justas, na hora de praticar exercícios e dor durante a relação sexual provocados pelo excesso de pele na região.

Cerca de 25 mil brasileiras optaram pela cirurgia íntima para corrigir as imperfeições vaginais, segundo dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica. Os números crescentes colocaram o país ao posto de recordista mundial das cirurgias íntimas.

Por isso, o rejuvenescimento e embelezamento íntimo estão sendo cada vez mais procurados pelas mulheres, que buscam driblar os efeitos da idade, principalmente na faixa etária entre 50 e 60 anos, ajudando meninas virgens que também sentem vergonha da vagina, mulheres que vão reiniciar a vida sexual e outras que não só se incomodam com a estética, mas também se queixam de algum desconforto durante o sexo por conta da anatomia.

Sem cirurgia, esses casos podem ser tratados com a Radiofrequência, que possibilita um tratamento inovador recuperando a estética genital feminina de forma não invasiva e indolor. Este procedimento promove uma melhora no aspecto estético da vagina e permite às mulheres o uso de roupas íntimas e trajes de banho sem constrangimento, assim como a prática de atividades esportivas como andar de bicicleta. As pacientes que optaram pelo tratamento registraram uma melhora também na autoconfiança e na performance sexual. Há possibilidade de corrigir a assimetria dos lábios vulvares e a flacidez. Os protocolos podem ser aplicados por ginecologistas, dermatologistas e esteticistas, dependendo do equipamento.

Segundo a Dra. Renata Zambon Guidoni, Médica Ginecologista e Obstetra com especialização em Cosmetoginecologia (estética íntima feminina), a genitália feminina passa por modificações constantes, pelo uso de determinados medicamentos, gestações, obesidade, pós cirurgia bariátrica, envelhecimento natural, menopausa.

“Sintomas relacionados com a atrofia vulvovaginal apresentam um impacto negativo sobre a qualidade de vida de até 50% das mulheres na menopausa. O tratamento da estética íntima reduz a flacidez melhorando a aparência da vulva e proporcionando à mulher mais jovialidade e sensualidade”, diz a médica.

A Dra. Renata Zambon Guidoni esclarece que o alargamento vaginal ou relaxamento vaginal também é um problema que as mulheres enfrentam, passando a sentir pouco ou nenhum prazer, pois afeta a sensibilidade da região durante o sexo. “Há relatos de vagina larga na adolescência e pode afetar mulheres mais jovens como as que tiveram partos normais. A vagina larga também é uma das causas da incontinência urinária, chamada de queda da bexiga”.

Segundo pesquisa da Tonederm, empresa gaúcha, fabricante de equipamentos para a Estética, Medicina Estética e Fisioterapia, a mulher tem rejeitado alguns sinais de envelhecimento da região genital, que provoca perda de tônus, redução do volume e escurecimento da pele, sendo que está mais do que provado que a Radiofrequência, utilizada nos aparelhos Spectra Luna e Spectra Belle, favorece o aporte circulatório e de nutrientes, resultando no incremento da oxigenação, na hidratação dos tecidos e no estímulo do colágeno, proporcionando um aspecto de preenchimento natural da região já nas primeiras sessões, fazendo com que as mulheres se sintam mais seguras nas suas relações.

O empoderamento feminino mostra que a mulher está transformada para melhor, mais autoconfiante, exercendo controle sobre as suas relações sociais e pessoais, servindo de fonte de inspiração para outras pessoas.

Segundo Patricia Paganin, diretora comercial da Tonederm, esta tecnologia está inovando o mercado da saúde e da estética, pois a empresa desenvolveu manoplas específicas para que as aplicações sejam mais seguras, uma vez que elas são revestidas de material especial para não ferir a pele sensível da região, ressaltando que são autoclaváveis, garantindo total assepsia.

“Muitas mulheres vão viver durante 30 ou 40 anos sem menstruar, sem gerar filhos, mas querendo ter uma vida sexual ativa, e aí é que entra a importância deste tratamento da beleza íntima que está muito associado a autoestima”, complementa a executiva.

A aplicação é totalmente segura, só é perceptível a sensação de calor na região, que cessa após alguns minutos. Em média, com oito sessões já se observa resultados satisfatórios e deve ser realizada uma vez por semana.

Portanto, a busca pelo prazer e a qualidade de vida tem feito as mulheres buscarem soluções práticas e eficientes sem sofrimento, uma vez que a estética íntima dá um gás na relação e proporciona felicidade a todas elas.

Website: http://www.tonederm.com.br

Fonte: Dino