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Como acabar com a retenção de líquidos

Drenagem linfática com auxílio da vacuoterapia permite os melhores resultados

Muitas pessoas sofrem com a retenção hídrica, o corpo inchado e dolorido é característica principal deste problema. Além de transformar as curvas do corpo, ele influencia e muito no momento de subir na balança.

Esta retenção, que atinge mais significativamente as mulheres por conta das alterações hormonais, pode causar um aumento, em média, de até 3 kg no peso total. Dependendo do grau de edemas, alguns recurso com diuréticos podem ser indicados sob prescrição médica. Não há remédio para o inchaço que garanta melhores resultados do que os fornecidos por uma dieta equilibrada e o auxílio da drenagem linfática.

Um dos fatores que pode aumentar esse acúmulo de líquidos é a ingestão exagerada de sódio. Os embutidos e alimentos industrializados contém um alto índice deste elemento e por isso devem ser evitados. Bebidas alcoólicas e sucos que não sejam naturais causam o mesmo efeito.

O ideal é incluir na dieta alimentos ricos em potássio e chás diuréticos, como hibisco e chá verde. Beber água, de 2 a 3 litros por dia, permite o melhor funcionamento dos rins, o que diminui a sensação de inchaço.

Um complemento valioso para esta desintoxicação é utilizar a drenagem linfática como um recurso de eliminação de líquidos estagnados. O uso da vacuoterapia neste procedimento aumenta a eficácia dos resultados, por trabalhar com uma massagem mecânica vigorosa através da pressão negativa.

A Consultora Científica da HTM, Aline Marques, diz que “este método permite a melhora da função linfática, melhorando o aporte sanguíneo e contribuindo com o tecido como um todo”.

Os equipamentos Beauty Dermo e Dermo Crystal são plataformas de vacuoterapia para uso estético que permitem a realização da depressodrenagem linfática. Esta técnica proporciona o aumento do aporte circulatório, favorecendo as trocas gasosas, melhorando o retorno venoso e aumentando a maleabilidade tecidual.

São recomendadas, em média, 5 a 10 sessões, mas este número pode variar conforme quadro clínico e evolução de cada paciente.

Jornalista responsável: Jéssica Galassi
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Fonte: Dino