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Um ano depois e ainda felizes e saudáveis

Problema atrapalha a vida sexual dos casais não só pela diminuição das sensações físicas de prazer, mas também pelas dificuldades emocionais que pode trazer para os parceiros.

Nem me lembrava mais como era ter uma sensação prazerosa”, diz Magda G. B. O. “Sentia dor quando fazia sexo e um certo ressecamento. Por isso, fui perdendo a vontade de ter relações com meu marido”.

Mesmo assim, a conscientização de que havia um problema que estava prejudicando seriamente sua vida afetiva só aconteceu quando ela se candidatou a participar de um estudo sobre atrofia vaginal, efetuado pela ginecologista Márcia F. Kamilos.

“À medida que ia preenchendo o questionário médico, eu me dava conta de todos os sintomas que já estavam presentes em minha vida há tanto tempo”, ela conta.

Além da dor e da falta de lubrificação durante o ato sexual, outro sintoma frequente da atrofia vaginal é a incontinência urinária. Foi o primeiro sinal que despertou a atenção de Maria A. H. para o problema. “Bastava um espirro para que eu tivesse perda de urina”.

Magda iniciou o tratamento de atrofia vaginal há cerca de um ano e Maria há três anos, no Hospital Heliópolis, em SP, onde a Dra. Márcia realiza o estudo.

A Dra. Márcia, que é Supervisora Técnica de Equipe da Ginecologia do Hospital Heliópolis e Médica Colaboradora do Setor de Ginecologia do HCFMUSP, vem efetuando, juntamente com o Dr. Celso L. Borrelli, oncoginecologista do Hospital Heliópolis e colaborador do Serviço de Ginecologia do HCFMUSP, uma pesquisa sobre os efeitos da radiofrequência fracionada microablativa no tratamento da atrofia vaginal, utilizando a tecnologia Linly da empresa Loktal.

Participam do estudo mulheres que estão na perimenopausa, que é o período em que a atrofia vaginal se manifesta.

Sem caretas de dor

“Agora está ótimo, porque você não faz mais aquelas caretas feias de dor quando fazemos sexo”. Essa foi a observação do marido de Magda nas primeiras vezes em que tiveram relações sexuais após o tratamento. “E eu nem percebia que estava com cara de dor”, ela afirma.

Já o namorado de Maria logo quis saber: “Se o problema voltar, você pode fazer de novo?” Ela respondeu que sim.

Mas o problema não voltou.

“Antes, percebia que toda a área estava flácida, tanto a musculatura interna da vagina quanto a parte externa da vulva”, ela conta. “Após o tratamento, a musculatura enrijeceu e a vulva ficou mais fechada. Eu me senti como se fosse virgem de novo!”

Segundo a Dra. Márcia, os efeitos positivos ocorrem na vagina, no vestíbulo (entrada da vagina) e na vulva, nos casos de ressecamento, ardor, dor e flacidez. Há melhora também nos sintomas de urgência e incontinência urinárias. “Mesmo mulheres com atrofia vaginal avançada e indicação de cirurgia podem se beneficiar, chegando às vezes a adiar ou mesmo prescindir da intervenção cirúrgica”.

A atrofia vaginal atrapalha a vida sexual dos casais não só pela diminuição das sensações físicas de prazer, mas também pelos problemas emocionais que pode trazer para os parceiros.

“O tratamento deu um ‘up’ no meu relacionamento e aumentou minha autoestima”, afirma Maria, que além de resolver a questão do ressecamento e coceira vaginais e da incontinência urinária, pode também diminuir a flacidez da vulva, problema estético que a incomodava. “Procurei o tratamento com um propósito definido, mas acabei tendo vários benefícios”, ressalta.

“Antes, não queria nem pensar em fazer sexo”, diz Magda. “Agora, sinto-me segura e animada. Tanto que passei a me cuidar mais. Voltei a fazer atividade física e emagreci seis quilos. Fiquei nova de novo. Parece que eu zerei tudo e comecei novamente”.

Sofrendo calada

Por experiência própria, Magda sabe que muitas mulheres sofrem com os mesmo sintomas, mas ficam caladas. “Eu não comentava nada, nem com meu marido e nem com as amigas”.

Depois que ela contou sobre os resultados do tratamento de radiofrequência, quatro de suas oito colegas de trabalho revelaram que também têm os sintomas de atrofia vaginal e motivaram-se a procurar ajuda.

E as amigas não foram as únicas a demonstrar interesse. A tecnologia Linly-Loktal de radiofrequência, por ser inovadora, ainda é pouco conhecida não só pelo público em geral, mas pelos próprios médicos ginecologistas.

“A primeira consulta de rotina que fiz com minha ginecologista após as aplicações acabou se transformando numa junta médica”, brinca Magda. “Ela me perguntou se poderia chamar outras duas ginecologistas do consultório para ver os resultados, já que todas elas estavam interessadas em aprender sobre esse tratamento”.

Resultados duradouros

Cada sessão de aplicação da radiofrequência fracionada leva, em média, de vinte a trinta minutos e pode ser feita em ambulatório ou no consultório do ginecologista.

Maria e Magda afirmam ter sentido calor e um certo desconforto, durante uma ou duas horas após as sessões de tratamento. Maria diz inclusive que sentiu dor enquanto eram feitas as aplicações iniciais, o que pode acontecer, dependendo da sensibilidade de cada mulher.

Mas ambas garantem que, três ou quatro horas depois, já estavam recuperadas e prontas para voltar às atividades normais.

O tratamento completo com a tecnologia LINLY consiste de duas ou três sessões, realizadas em intervalos de trinta dias.

Maria e Magda são avaliadas periodicamente pela Dra. Márcia, para verificação da necessidade ou não de uma nova aplicação. “Tenho pacientes com mais de um ano e meio de acompanhamento e que ainda estão muito bem, principalmente as que mantêm vida sexual ativa, pois esse é um fator que ajuda a manter a saúde da região íntima. Mas tudo vai depender do grau da atrofia vaginal e das condições de cada paciente”, diz a Dra. Márcia.

“Faz um ano que terminei as últimas sessões e desde então não precisei fazer mais nada”, afirma Maria.

Magda está na mesma situação. Desde a última aplicação, há um ano, ela e seu marido continuam se sentindo motivados e felizes em seu casamento de 23 anos.

Sobre a Loktal

A Loktal Medical Electronics desenvolveu, produz e comercializa a tecnologia LINLY para tratamento de atrofia vaginal.
Realiza WORKSHOPS PARA MÉDICOS interessados em conhecer melhor as aplicações da radiofrequência fracionada.

www.loktal.com – Fone: (11) 3722-0345 – WhatsApp: (11) 95781-7273

Website: http://www.loktal.com

Fonte: Dino