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Campeã do mundo, bailarina volta a festival no Egito para ensinar novas profissionais

Um ano depois de conquistar o mundo da dança ao ser campeã na categoria Oriental Professional Egyptian Folklore (Profissional Folclore Egípcio), no Festival Alhan Wa Sahlan, a bailarina Dana El Fareda voltará ao evento, realizado no Egito, no próximo mês de julho, como convidada especial da organização.

Um ano depois de conquistar o mundo da dança ao ser campeã na categoria Oriental Professional Egyptian Folklore (Profissional Folclore Egípcio), no Festival Alhan Wa Sahlan, a bailarina Dana El Fareda voltará ao evento, realizado no Egito, no próximo mês de julho, como convidada especial da organização.

Considerado a Copa do Mundo da dança árabe, o festival reúne bailarinas de todas as idades, oriundas dos mais diversos países. Como foi campeã em 2017, Dana retornará como master teacher e ministrará aulas em inglês para mulheres que possuem o sonho de ingressar no universo da dança.
“O evento acontecerá entre os dias 9 e 16 de julho, mas chego dois dias antes do início para me preparar. Pelo título na última edição, fui chamada para participar do closing gala [festa de encerramento], representando o Brasil. Além disto, recebi o convite para ser master teacher. Assim ministrarei aulas e workshops durante o festival”, disse a bailarina e empresária, proprietária do Espaço El Fareda, no Anália Franco, zona leste de São Paulo.

Para chegar bem fisicamente ao Egito, Dana tem feito uma preparação especial com o personal trainer Cesar Ribeiro. Além disto, ela conta com o apoio do curso de idiomas CNA, unidade Tatuapé, no aprimoramento da comunicação em inglês. “Quem conquista o título, vira uma referência no mundo. É como se eu representasse o Brasil neste festival e em outros eventos ao redor do planeta”, destacou.

“Já estou me preparando para as aulas e para a apresentação. Assim, espero que o Brasil se sinta bem representado. Quero divulgar a nossa arte a várias nações”, salientou.
Dana também ressaltou que é um orgulho estar ao lado de bailarinas consagradas. “É a coroação de um trabalho de 17 anos. Admirava várias professoras no início da minha carreira. Hoje, estou ao lado delas. É uma honra e me sinto gratificada por esta oportunidade”, afirmou.

Como falta cerca de quatro meses para o festival, Dana “corre” para fechar parcerias com novas marcas dispostas a apoiar uma campeã do mundo. “Por meio da dança árabe, estou levando o nome do Brasil para os quatro cantos da Terra. E, junto com as cores brasileiras, tenho a chance de divulgar empresas que estejam interessadas em me apoiar nesta missão”, finalizou.

Fonte: Dino