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Saiba mais sobre a Bichectomia, a plástica para redução das bochechas

Muitas celebridades já aderiram ao procedimento, assim como muitos buscam o método para harmonizar a face ou corrigir problemas funcionais. Confira as explicações do especialista e tire todas as suas dúvidas sobre o assunto!

Você já se sentiu complexado ou com baixa autoestima por ter as bochechas grandes?

Por conta disso, a Bichectomia vem sendo feita há bastante tempo por famosos e celebridades.

Isso porque ela promete reduzir o volume das bochechas, tornando-se uma incrível solução na retirada da gordura localizada na face.

O Prof. Dr. Rogério Marques responde às principais dúvidas sobre esse método, que pode ser a solução para o problema de muita gente!

– O QUE É A BICHECTOMIA E COMO ELA É REALIZADA?

A Bichectomia é uma cirurgia de lipoplastia facial que consiste na remoção do corpo adiposo da bochecha, também conhecido como “bola de Bichat”.

O procedimento é feito por meio de pequenas incisões intrabucais, em ambiente clínico.

Por isso, requer apenas anestesia local e demora cerca de 40 minutos para ser realizada.

Geralmente, os resultados são vistos a partir de 60 dias. Em alguns pacientes, podem demorar até 180 dias.

– ELA É UMA CIRURGIA PLÁSTICA NOVA?

A Bichectomia não é um procedimento recente, tendo sito relatada em artigos há mais de 15 anos.
Em 2003, o cirurgião plástico Ian T. Jackson publicou um artigo sobre o procedimento.

Inclusive, ele escreveu que “o procedimento de remoção de remoção da bola de Bichat é extremamente simples e praticamente livre de complicações”.

– PARA QUEM ELA É INDICADA E QUEM REALMENTE PODE FAZER?

Vale ressaltar que antes de realizar o procedimento, o paciente deve passar por uma criteriosa avaliação.

Isso inclui:

– Condições bucais prévias: pacientes com processos infecciosos ativos não devem fazer o procedimento devido ao maior risco de contaminação da área operada;
– Avaliar o perfil facial: a melhor indicação é para o perfil redondo, desde que o paciente não tenha sobrepeso);
– Condições sistêmicas gerais: entre elas diabetes, deficiência de fatores de coagulação, insuficiência cardíaca, problemas hepáticos e renais graves.

Uma boa indicação desse procedimento é corrigir problemas funcionais (pacientes que mordem a bochecha com frequência) e harmonizar a face do paciente.

– A PARTIR DE QUAL IDADE POSSO FAZER UMA CIRURGIA PLÁSTICA PARA DIMINUIR AS BOCHECHAS?

A minha posição para a idade mínima está baseada no conceito de desenvolvimento e maturidade física/psicológica do paciente.

Biologicamente, um paciente entre 16 e 17 anos está apto ao procedimento, desde que autorizado pelo responsável legal.

Porém, no aspecto psicológico, submeter um adolescente a um procedimento eletivo (não emergencial) com finalidade estético-funcional pode-se criar uma alta expectativa de resultado, que se não alcançado.

Desse modo, irá ocasionar uma frustração maior do que o motivo que o faz buscar a Bichectomia.

Neste sentido, tenho a opção pessoal de só indicar a cirurgia para maiores de 18 anos.

– QUAL PARTE DO ROSTO A BICHECTOMIA PODE MELHORAR?

A remoção da bola de Bichat, um compartimento profundo de gordura da face, reduz o volume da bochecha, logo abaixo da maçã do rosto.

Como resultado temos uma triangulação das linhas de iluminação faciais (efeito blush), atenuação, em muitos pacientes, do bigode chinês (sulco nasogeniano) e evidenciação da maçã do rosto.

– A CIRURGIA DE BICHECTOMIA DÓI? COMO É O PÓS-OPERATÓRIO?

Como todo procedimento cirúrgico, pode ocorrer um leve desconforto, muito parecido com o que se sente ao extrair o dente.

Isso é facilmente controlado com o uso de medicação.

O paciente pode relatar um pouco de dificuldade ao abrir a boca e um pouco de inchaço nas bochechas.

Aliás, isso também é comum. Porém, esse inchaço costuma desaparecer em poucos dias.

– POR FIM, QUAIS OS RISCOS E CONTRAINDICAÇÕES DA BICHECTOMIA?

Toda cirurgia possui os seus riscos, que são minimizados quando executado por um profissional bem preparado.

Além de quando o paciente segue as recomendações pós-operatórias.

As principais estruturas nobres, relacionadas com a Bichectomia, são o ducto parotídeo, artérias maxilar e facial e o nervo facial.

Com a utilização da técnica cirúrgica correta pode-se trabalhar com margem de segurança destas estruturas, o que reduz o risco de intercorrências, como as hemorragias e lesões aos nervos da face.

As contraindicações podem ser definitivas ou temporárias e são bem parecidas com as de outras cirurgias intraorais.

Podemos citar:

– Pacientes submetidos à radioterapia ou quimioterapia;
– Infecções locais ou sistêmicas;
– Trismo (dificuldade de abrir a boca);
– Cardiopatias severas;
– Pessoas sistemicamente não compensadas (diabéticos, alterações hormonais);
– Quem possui deficiência de fatores de coagulação;
– Pacientes com problemas hepáticos e renais graves;
– Menores de idade e grávidas.

É muito importante que as pessoas busquem um profissional gabaritado e apto para isso.

Há casos em que não há como submeter o paciente à Bichectomia, então, um bom profissional saberá avaliar isso.

Website: http://mmdentalstudio.com.br

Fonte: Dino