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Capital Intelectual

O CAPITAL INTELECTUAL E A FORMAÇÃO DO PATRIMÔNIO DAS EMPRESAS DA NOVA ERA

Estamos na era da informação digital e por isso não podemos mais admitir a não mensuração (medida) do intangível (intocável) ativo (bens e direitos na contabilidade) intelectual, incorporando-o ao patrimônio das empresas.
Ingressamos na sociedade do conhecimento.

O gosto pelas coisas do espírito, estudos e leituras formam o nosso conjunto de bens intelectuais. As faculdades do entendimento aplicadas na gestão de bens e serviços, negócios próprios, ou de terceiros, geram maior lucro operacional líquido, comparando-se a valorização e funcionalidade gerada por muitos ativos tangíveis (palpáveis) (móveis e utensílios, equipamentos de informática, veículos), das empresas, ou de particulares. Uma decisão humana acertada e bem assessorada, no momento oportuno, pode retirar imediatamente uma empresa do processo de falência.

Como explicar que um quadro de um pintor famoso vale mais que muitos automóveis novos, uma empresa considerando a cotação de suas ações em Bolsa de Valores vale mais que o seu patrimônio líquido contábil, um profissional renomado (famoso) oferece seus serviços por valor superior a média praticada pelo mercado, o conhecimento de novos softwers, propriedades autorais de músicas, livros, de demais descobertas científicas, ou de marcas tem valores muitas vezes incalculáveis.

A explicação reside no valor do conhecimento, intelecto, aplicado e na apreciação do adquirente manifestada pela sua sensibilidade individual.

Devem os empresários e administradores de empresas, assessorados por contabilista, assim entendido contador ou técnico em contabilidade, serem profissionais habilitados no sentido de aliarem a aplicação do capital intelectual apurado, agregado-o ao capital financeiro, na geração de lucros contábeis, através do aumento das receitas (acréscimo de ativos , arrecadação) e diminuição dos custos e dispêndios desnecessários na gestão administrativa.

Tudo de forma eficiente e racional, visando a satisfação do cliente interno e externo.

Não podemos mais aceitar empresas com métodos administrativos ultrapassados (superados), sem informações em tempo real.

Empresas que não planejam a satisfação do consumidor, através da socialização do domínio intelectual, por meio de cursos, livros, palestras e Internet.

Essas empresas irão desaparecer em breve, porque nessa nova era um dia tem equivalência de um mês e um mês de um ano, considerando o desenvolvimento e execução lógica do planejamento administrativo em busca de bons resultados.

As empresas que buscarem a apuração e adequação do capital intelectual, que formarem opinião gerando uma nova cultura de consumo, buscando o discernimento do cliente, criando novos mercados e não participando do mercado existente, que respeitarem as relações operacionais de comercialização de produtos ou de prestação de serviços, conduzindo-as moralmente (eticamente), estarão aproveitando adequadamente os recursos administrativos disponíveis.

Afastarão definitivamente o fantasma da insolvência (incapacidade de solver – pagar – o que devem), pois a segurança do conhecimento executado de forma correta sobre o tangível (palpável) trará a indispensável solidez para qualquer empreendimento.

Sobreviverão, após a globalização e internacionalização econômica (processo de comercialização e prestação de serviços sem fronteiras entre os países), somente os empreendedores que melhor apliquem seus conhecimentos na busca racional de soluções para os desafios de um novo conjunto de conhecimentos humanos (cultura) já inseridos no cotidiano planetário.

Para a conclusão do tema proposto, são indispensáveis sólidos conhecimentos de informática, gestão empresarial, gerenciamento setorial, finanças e de contabilidade, como ciência social.

Face (frente) o exposto, porque não investir na conquista de tais cabedais (conjunto de posses ou bens intelectuais e morais) para um promissor empreendimento empresarial e pessoal, em tempos de crise social e econômica mundial.

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